artigos recentes há 210 entradas

Calçado português cresce mais de 24% e «bate» concorrência internacional 0

As exportações de calçado português crescerem 24% na última década para 1.152 milhões de euros em 2010.

Nesse período, o calçado português voltou a destacar-se na economia portuguesa e a ganhar terreno aos seus concorrentes europeus mais directos, Itália e Espanha.

Com efeito, na última década, as exportações italianas recuaram 1,9% e as espanholas mais de 7,3%. Ao invés, as empresas de capitais exclusivamente portugueses cresceram mais de 20%, superaram a quebra induzida pelo desinvestimento directo estrangeiro instalado em Portugal e colocaram no exterior mais de 95% da sua produção para um total de 132 países.

Na última década, o calçado afirmou-se como o sector mais internacionalizado da economia portuguesa e aquele que mais positivamente contribui para a balança comercial portuguesa, com um saldo liquido anual superior a  700 milhões de euros.

Sector projecta crescimento para 2011

Em 2010, as exportações de calçado aumentaram 4% e as expectativas do sector apontam para um crescimento similar em 2011. O sector tem em curso um forte plano de promoção externa, organizado pela APICCAPS em parceria com a AICEP e o apoio do Programa Compete. Orçamentado em 10 milhões se euros, a mega-ofensiva promocional do calçado português prevê que mais de 140 empresas participem, este ano, em mais de 70 acções promocionais no exterior, em 16 mercados distintos.

Simultaneamente, está em curso, com o apoio do Programa Compete, uma campanha de imagem, alicerçada no slogan “The sexiest industry in Europe” que tem como objectivo aumentar a notoriedade das marcas portuguesas na cena competitiva internacional. Só em 2010, o preço médio do calçado português aumentou 12%, reforçando a sua posição como 2º mais elevado a nível mundial.

Empresas exportadoras portuguesas contam com nova linha de crédito 0

Novo apoio à exportação somará 275 milhões de euros. O presidente da Aicep, Basílio Horta, defende para Portugal um banco como o brasileiro BNDES.

O primeiro-ministro português, José Sócrates, vai apresentar hoje um novo apoio às empresas exportadoras, com o lançamento de uma linha de crédito e de seguros de crédito no valor de 275 milhões de euros, segundo adianta o “Diário Económico”. A verba é destinada a promover a exportação de produtos com ciclos de produção mais longos.

Com a economia fortemente dependente das exportações para escapar à recessão, prevista este ano pelo Banco de Portugal e pelas instituições internacionais, o Executivo tem-se desdobrado em iniciativas para ajudar as empresas nacionais a aumentarem as suas vendas no exterior e assim garantir a meta inscrita no Orçamento do Estado para 2011 de exportar mais 7,3%.

Depois do discurso político focado na austeridade, agora, a preocupação é aumentar a competitividade da economia, para travar a escalada do desemprego e para evitar a necessidade de recorrer à ajuda externa.

O congresso das exportações que decorrerá hoje no Europarque, em Santa Maria da Feira, deverá gerar resultados.

“O congresso vai ser uma reflexão entre o Estado e os privados para aumentar a competitividade do País”, disse ao “Diário Económico” o presidente da Aicep – Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, Basílio Horta.

O presidente da Aicep, que organiza o evento em conjunto com o Ministério da Economia, defende ainda que “Portugal devia ter um Banco de Fomento para a Internacionalização, a exemplo do que acontece com o Banco Nacional de Desenvolvimento Económico e Social brasileiro”.

SISAB Vai acolher a edição mais internacional de sempre 0

As apostas que a organização fez para este ano revelaram-se bastante positivas, já que do estrangeiro estão confirmadas mais de 1200 presenças, contando-se entre os participantes as principais cadeias de distribuição do mundo.

A organização ao apostar no mercado Russo, na vinda de mais de 100 agentes do Brasil, triplicando as presenças habituais dos Estados Unidos, abrindo uma nova frente junto dos países Árabes, da Ásia (China, Macau, Hong Kong e Japão) e da Oceânia (Austrália), criou condições para que a feira se transformasse cada vez mais na maior plataforma de negócios do sector alimentar em Portugal.

Por isso este ano vai realizar a edição mais internacional de sempre em que 70 por cento dos participantes não falam português e destes, metade nunca tinha estado em Portugal.

No entanto do mercado das Comunidades Portuguesas aguardam-se 185 presenças, o que para o SISAB é especialmente grato já que foram estes empresários que estiveram na génese da internacionalização dos produtos portugueses.

Significativo é também a presença em massa das maiores e mais representativas cadeias de distribuição de todo o mundo de que se destacam algumas:

Walmart, Pão de Açúcar, Le Roy e Makro (Brasil)

Halows e Tokuoka (Japão)

Royal Food (EUA)

Inco Danmark (Dinamarca),

Cora Luxembourg (Luxemburgo)

Match Supermarché, Scodis (Bélgica)

Daisyland (Hungria)

Max  Foods (índia)

Movenpick (Alemanha)

É pois enorme a expectativa já que o grande desafio é, em apenas três dias, mostrar ao mundo a excelência dos produtos alimentares produzidos em Portugal, e estabelecer parcerias de negócios entre as 400 empresas nacionais expositoras e os 1200 importadores de 80 países que vão ao evento são os grandes objectivos do SISAB, aquela que já é a maior plataforma de negócios para a exportação do sector alimentar e bebidas, que terá lugar no Pavilhão Atlântico, em Lisboa, entre 21 e 23 de Fevereiro de 2011.

Portugal: exportações de calçados crescem e batem concorrência 0

Confirmando a tendência de internacionalização do sector, as empresas de calçado exportaram 90% da sua produçãoAs exportações de calçado português cresceram 24% na última década para 1.152 milhões de euros em 2010. Nesse período, o calçado português voltou a destacar-se na economia portuguesa e a ganhar terreno frente aos seus concorrentes europeus mais diretos, Itália e Espanha.

Com efeito, na última década, as exportações italianas recuaram 1,9% e as espanholas mais de 7,3%. Ao invés, as empresas de capitais exclusivamente portugueses cresceram mais de 20%, superaram a quebra induzida pelo pouco investimento direto estrangeiro instalado em Portugal e colocaram no exterior mais de 95% da sua produção para um total de 132 países.
Na última década, o calçado afirmou-se como o setor mais internacionalizado da economia portuguesa e aquele que mais positivamente contribui para a balança comercial portuguesa, com um saldo líquido anual superior a 700 milhões de euros.

Setor projeta crescimento para 2011

Em 2010, as exportações de calçado aumentaram 4% e as expectativas do setor apontam para um crescimento similar em 2011. O setor tem em curso um forte plano de promoção externa, organizado pela APICCAPS em parceria com a AICEP e o apoio do Programa Compete. Orçado em 10 milhões se euros, a mega-ofensiva promocional do calçado português prevê que mais de 140 empresas participem, este ano, em mais de 70 ações promocionais no exterior, em 16 mercados distintos.

Simultaneamente, está em curso, com o apoio do Programa Compete, uma campanha de imagem, alicerçada no slogan “The sexiest industry in Europe” que tem como objetivo aumentar a notoriedade das marcas portuguesas na cena competitiva internacional. Só em 2010, o preço médio do calçado português aumentou 12%, reforçando a sua posição como 2º mais elevado a nível mundial.

Investigação da FCTUC, com aplicações na cardiologia, vence Prémio Internacional 0

Uma nova técnica de monitorização hemodinâmica  (actividade do coração e artérias), cujos ensaios clínicos se iniciam já nas próximas semanas, acaba de vencer o prémio “Best Student Paper Award” na Conferência Biosignals 2011, uma conferência internacional de referência que reúne investigadores e profissionais de todo o mundo, de diversas áreas do conhecimento (Física, Medicina, Informática e outras ciências contribuintes da Engenharia Biomédica).

O prémio de melhor artigo científico foi atribuído a Tânia Pereira, aluna de doutoramento em Engenharia Biomédica, no âmbito de uma investigação desenvolvida ao longo dos últimos quatro anos no Centro de Instrumentação da Universidade de Coimbra, com a colaboração de unidades clinicas da região, e financiada pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT).

Além de não invasiva, a nova técnica dispensa completamente o contacto com o paciente, e tem como principal objectivo “medir a velocidade de onda de pulso (VOP), um parâmetro a que os médicos começaram, desde há uns anos, a atribuir grande valor em diagnóstico”, afirma o coordenador da pesquisa, Carlos Correia.

  

Muito genericamente, prossegue o investigador, “ao receber um sinal complexo, através de uma simples luz reflectida no pescoço (no sítio da carótida), o modelo desenvolvido tem a capacidade de eliminar ruído e artefactos (p. ex., quando o paciente se move ou engole), preservando a informação necessária para avaliar a VOP com com rigor suficiente”.

  

Para se ter uma ideia da importância dos resultados obtidos nesta investigação, o catedrático da FCTUC ilustra: “quando estes novos métodos chegarem ao mercado e se difundirem no uso clínico, podem vir a ajudar no diagnóstico tanto quanto técnicas clássicas, como o estetoscópio ou o electrocardiograma, o fizeram”.

  

O projecto, do qual resultaram três protótipos, vai agora entrar na fase validação clínica, com a realização de testes conduzidos por médicos e em ambiente clínico de grande exigência, em três unidades de excelência da região de Coimbra.

A empresa ISA – Intelligent Sensing Anywhere, que é parceira no projecto, será responsável pela passagem dos resultados desta investigação para o mercado.

 

Inovação: Portugal foi o país que mais progrediu a ritmo quase 10 vezes superior à média da UE 0

A Tabela de Inovação da União Europeia 2010, divulgado em Bruxelas pela Comissão Europeia, revela que Portugal voltou a subir na tabela da inovação, passando da 16.ª para a 15.ª posição no contexto da UE27.

Portugal foi mesmo o líder de crescimento dos países «moderadamente inovadores», grupo que agora passou a liderar, apresentando-se também como o país que mais cresceu na União Europeia.

Comparando com a edição de 2007, Portugal subiu 7 posições nesta tabela europeia de inovação, colocando-se à frente de países como a Itália, Espanha e Grécia.

Esta melhoria, que resulta, sobretudo, do impacto do Plano Tecnológico, traduziu-se numa taxa de crescimento nos indicadores de inovação muito superior à média europeia. Aliás, Portugal foi mesmo o país que mais progrediu na UE27 num período temporal de 5 anos, a um ritmo quase 10 vezes superior ao da média da UE27.

De acordo com o relatório hoje divulgado, Portugal foi ainda o país europeu que:

  • mais progrediu nos indicadores relativos à despesa das empresas em I&D;
  • mais progrediu na percentagem de jovens entre os 20 e os 24 anos que concluiu o Ensino Secundário;
  • mais progrediu na percentagem de empresas inovadores que colaboram com outras empresas.

Portugal regista ainda o 3.ª melhor desempenho da Europa no número de novos doutorados por 1000 habitantes e na percentagem das empresas inovadoras no processo ou no produto.

Portugal consegue, assim, continuar a subir neste ranking europeu de inovação, apesar do contexto negativo de crise internacional. E alargando o estudo a 34 países europeus, Portugal posiciona-se em 18.º lugar.

Estes resultados foram possíveis pela determinação das políticas públicas expressas no Plano Tecnológico, e pela mobilização de toda a sociedade portuguesa.

Conclusões do relatório:

1. Portugal subiu para a 15.ª posição no contexto da UE27 e lidera no grupo dos países moderadamente inovadores

2. Portugal foi o país da UE27 com maior progresso nos últimos 5 anos e com um crescimento quase 10 vezes superior que a média da UE27

3. Portugal foi o país da UE27 que mais progrediu e é líder de crescimento no seu grupo

4. Dos 34 países considerados, Portugal está na linha da frente no desempenho em vários indicadores:

  • Portugal, de todos os países considerados no estudo, é o país que apresenta o terceiro valor mais alto no indicador «Novos doutorados por mil habitantes entre 25 e 34 anos».
  • Portugal é o país que apresenta o terceiro melhor desempenho no indicador PMEs (com mais de 10 trabalhadores) que inovaram no produto ou no processo (em % do total de PMEs); e o oitavo no indicador PMEs (com mais de 10 trabalhadores) que introduziram inovação organizacional ou no marketing (em % do total de PMEs)
  • Portugal é ainda o país que apresenta o sétimo melhor desempenho no indicador «Novas aplicações designs comunitárias por mil milhões do PIB (em paridade de poder de compra em euros)».

5. Portugal apresenta-se bem posicionado nos rankings que medem o crescimento (melhoria) de vários indicadores.

Ver mais em: http://www.portugal.gov.pt/pt/GC18/Noticias/Pages/20110201_Not_Inovacao_UE.aspx

Sogrape Vinhos recebe Wine Star Award para Produtor Europeu do Ano 2010 0

Salvador Guedes, Presidente da Sogrape Vinhos recebeu, em Nova Iorque, um Wine Star Award, galardão atribuído pela Wine Enthusiast Magazine, que distingue a empresa como “Produtor Europeu do Ano” 2010.

A Sogrape Vinhos vê-se assim destacada entre os melhores da indústria do vinho, pelo sucesso demonstrado na promoção das diferentes marcas do seu portefólio e pela sua capacidade de inovação constante – afirma a revista.

Para Salvador Guedes, Presidente da Sogrape Vinhos, “este é o prémio que qualquer empresa nacional e estrangeira pode ambicionar, na medida em que distingue um percurso marcado pela iniciativa e inovação, valores que norteiam a actividade da Sogrape Vinhos, e que tem ditado o sucesso da empresa na conquista de diferentes mercados”.

Portugal conquista em Espanha o Prémio para melhor stand da Fitur 0

A distinção de Melhor Stand Internacional – a segunda em feiras mundiais no espaço de três meses – confirma o êxito da estratégia de promoção turística.

Graças à aposta no cruzamento da modernidade e tradição artísticas com a temática da gastronomia, o stand do Turismo de Portugal foi reconhecido entre mais de 166 países e regiões e 10500 empresas presentes.

Já em Outubro a WTM (World Travel Market) de Londres tinha premiado a presença nacional com o título “O Melhor Stand para Fazer Negócios”.

Na edição que decorre em Madrid até 23 de Janeiro – e que espera mais de 200 mil visitantes -, o stand é um embaixador da criação artística nacional, reunida em torno da gastronomia. O espaço, com mil metros quadrados, apresenta exemplos da oferta turística sofisticada e original de Portugal.

A artista plástica Joana Vasconcelos criou para esta edição uma peça de arte contemporânea – Tutti-Frutti, um gelado de quatro metros de altura construído em alumínio e a partir de formas de plástico que representam alimentos. Com esta construção impactante convivem no mesmo espaço dezenas de peças da fábrica de faianças Bordallo Pinheiro representando alimentos.

A gastronomia é o ponto onde se unem os dois universos (contemporâneo e tradicional) e está também representada através do programa “Prove Portugal”, de divulgação nacional e internacional da gastronomia portuguesa, cujo lema em Espanha é “O Melhor Peixe do Mundo”.

Grupo de cerâmica do GES já exporta 70% e ganha estádios do Euro 2012 0

O conglomerado cerâmico Aleluia, que é controlado pelo Grupo Espírito Santo, facturou 38,4 milhões de euros em 2010, vai revestir estádios na Polónia e prevê fechar este ano em terreno positivo.

“Contamos chegar ao final do ano já a ‘respirar’ fora de água!” Aleluia. Depois de acumular prejuízos superiores a 40 milhões de euros (falta fechar os números de 2010), um dos líderes nacionais do sector cerâmico espera começar agora a ganhar dinheiro.

“Prevemos que 2011 seja um ano excelente para a Aleluia Cerâmicas, em resultado do crescimento das vendas nos mercados externos”, avançou ao Negócios Alexandre Lopes, director de Prospecção e Marketing do grupo sediado em Esgueira, Aveiro.

Um futuro “made in Portugal” lá fora. No ano passado, as exportações da Aleluia cresceram 14%, para quase 25 milhões de euros, aumentando em 12 pontos percentuais o seu peso no total das vendas, para 68%. “No mercado nacional facturámos 13,8 milhões de euros, menos 16% do que em 2009″, regista o mesmo gestor. Uma queda compensada com os ganhos na frente externa, consolidando uma facturação de 38,4 milhões de euros, apenas mais 100 mil euros do que no exercício anterior.

França continua a ser o melhor mercado da Aleluia, valendo já praticamente tanto quanto Portugal: 13,5 milhões de euros de vendas em 2010, mais 10%do que no ano anterior. Seguem-se a Alemanha e a Inglaterra, com vendas de 2,2 milhões (mais 33%) e 1,5 milhões de euros (mais 55%), respectivamente. Um trio geográfico que vale cerca de 70% das exportações deste conglomerado cerâmico, que é controlado pelo Grupo Espírito Santo.

“Show” alemão, estádios polacos

“Na Alemanha, queremos este ano mais que duplicar as vendas, e chegar aos 7,5 milhões de euros no próximo ano”, apontou Alexandre Lopes. Uma meta a ser potenciada com a abertura, esta semana, de um “show room” da Aleluia na cidade de Colónia. Será também aqui que ficará concentrada a delegação da empresa em território alemão, prevendo investir nesta estrutura cerca de 120 mil euros anuais.

Já no mercado inglês, a Aleluia prevê quase triplicar as vendas, para quatro milhões de euros, nos próximos dois anos, através de uma estratégia que já deu resultados em França: apoiar-se na rede comercial da Saint Gobain, assim como na do grupo N&C Building Products, que contam com cerca de três dezenas de pontos de venda.

A Aleluia exporta actualmente para 46 países. Último destaque geográfico: no Brasil, onde facturou 521 mil euros em 2010, prevê chegar aos quatro milhões de euros este ano. O grupo estima consolidar vendas de 45 milhões de euros em 2011 e gerar, no próximo ano, 75% da facturação no exterior.

A Aleluia acaba entretanto de garantir o fornecimento exclusivo de pavimentos e revestimentos cerâmicos para os estádios polacos de Varsóvia e Poznan, que vão servir de palco ao Europeu de Futebol de 2012, a realizar na Polónia e na Ucrânia. A encomenda ultrapassa os 250 mil euros. “E estamos em negociações para fornecer um estádio na Ucrânia”, rematou Lopes.

GES já controla 78% com a entrada do Fundo BES PME

A Aleluia Cerâmicas nasceu de um processo de fusão por incorporação da Aleluia com a CeramicApolo, formalizada no primeiro dia de 2006. A partir da centenária Fábrica de Cerâmica Aleluia, que ressuscitou, o Grupo Espírito Santo (GES) começou a pavimentar um caminho rumo à liderança nacional do sector de pavimentos e revestimentos cerâmicos. Seguiu-se a integração, no final daquele ano, da mais antiga cerâmica de Portugal, a viúva Lamego. Um ano depois, juntou-se ao grupo a Keratec. O grupo emprega hoje cerca de meio milhar de pessoas e labora com quatro fábricas, três na zona de Aveiro (Esgueira, Ílhavo e Vagos) e uma em Sintra. O GES, que já controlava o capital da Aleluia Cerâmicas (através da Opway e da Fravei), acaba de fazer crescer a sua posição para 78%, com a entrada de um novo accionista, o Fundo BES PME, que reforçou os capitais da empresa em cerca de 33 milhões de euros.

Hotel Britania é o 10º Melhor do Mundo nos Travellers’ Choice Awards 2011 0

Hotel Britania, unidade de charme dos Hotéis Heritage Lisboa, acaba de ser distinguido como o 10º melhor hotel, entre os Top 25 do mundo, nos TripAdvisor Travellers’ Choice Awards 2011 e em 6º lugar entre os Top 25 na Europa.

O programa de atribuição de prémios do TripAdvisor, o TripAdvisor Travellers’ Choice, é baseado em apreciações reais e opiniões sobre hotéis no tripadvisor.com e conteúdos de toda a Internet.

Com o contributo de milhões de viajantes em todo o mundo, o TripAdvisor tem o prazer em distinguir os hotéis mais excepcionais do mundo pelo 9º ano do “Travellers’ Choice Awards”, refere Karen Drake, Senior Director of Communications for TripAdvisor.

Aproveite para conhecer este hotel dos anos 40, projectado pelo arquitecto modernista Cassiano Branco, e que ainda hoje mantém o seu ambiente original Art Deco.

A marca Hotéis Heritage Lisboa surgiu em 1998, com o objectivo de promover hotéis localizados no centro histórico de Lisboa, em antigas casas ou edifícios históricos.

Propriedade de famílias portuguesas, que se uniram para criar ambientes intimistas, onde tudo é pensado para vincar a ligação à cidade de Lisboa, seu património e cultura. São cinco as unidades dos Hotéis Heritage Lisboa: As Janelas Verdes, Heritage Av Liberdade Hotel, Hotel Britania, Hotel Lisboa Plaza e Solar Do Castelo.

Portugal Tribe is developed by PortugalTribe